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  • Foto do escritorAscom Sintesam

Mais uma reunião termina sem nova contraproposta do governo

Mesa de Negociação Permanente do dia 22 de fevereiro entre governo e representantes nacionais da categoria de TAEs não avança; assembleia do dia 28 deverá seguir orientação geral e decidir pela greve

Comando do estado de greve do Sintesam representando o Amazonas em Brasília durante mobilização nacional de 22 de fevereiro de 2024. Foto: Sintesam


22 de fevereiro foi o dia escolhido pela categoria de técnicos-administrativos em educação (TAEs) de todo o Brasil para a realização de mobilizações em prol da valorização da carreira e da reposição salarial. Os apelos não são nada extraordinários - os trabalhadores exigem simplesmente que a lei se cumpra.


A delegação do SINTESAM, representando o Amazonas após eleição em assembleia, participou durante todo o dia das mobilizações organizadas pelas entidades federais de classe. Os atos se concentraram em frente ao MGI, mas as atividades gerais tomaram o Brasil inteiro. Pressão dos sindicatos não faltou, mas o orçamento do governo federal segue limitado a oferecer aos TAEs apenas o reajuste de 4,5% entre 2025 e 2026, sem qualquer análise sobre a estruturação da carreira.



Comando do estado de greve do Sintesam representando o Amazonas em Brasília durante mobilização nacional de 22 de fevereiro de 2024. Foto: Sintesam


Ao mesmo tempo, também em Brasília, aconteceu a 3ª Reunião da Mesa Específica e Temporária dos PCCTAE com o governo federal, representado no ato pelo Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI). Não houve qualquer avanço nas discussões pela ausência de nova contraproposta da pasta.


Descontentamento generalizado


A desvalorização do setor administrativo das instituições federais é clara e afeta diretamente a prestação da educação superior, tão cara ao progresso do País. Ainda que o fim do Governo Bolsonaro (e da pandemia) tenha aberto o diálogo com as entidades, não se vê esforço algum para encaixar os servidores públicos da educação nas prioridades do Governo Lula - enquanto outras categorias, que inclusive são melhor pagas que o Executivo, já receberam aumentos consideráveis entre 2023 e 2024.


Tanta frustração acumulada dificilmente terá outro destino: a greve é a orientação nacional. O estado de greve já foi aprovado pelas bases de todo o Brasil e pelos sindicalizados do Sintesam desde o fim do ano passado, e como não houve mudança na conjuntura, o dia 28 de fevereiro deverá ser marcado pela deflagração oficial do movimento grevista.


Acompanhe os detalhes do que foi discutido com o governo na quinta-feira pela live da FASUBRA:

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