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  • Foto do escritorAscom Sintesam

Sintesam na Marcha das Margaridas 2023 em Brasília

Estamos representados pelas companheiras Crizolda Assis, Mariza Rodrigues de Souza e Isabele Machado Cavalcante, todas sindicalizadas do Sintesam, eleitas por assembleia geral como delegadas para o evento em Brasília

Da esquerda para a direita: Crizolda Assis, Mariza Rodrigues de Souza e Isabele Machado Cavalcante, na Marcha das Margaridas, em Brasília. Foto: divulgação/ Sintesam


Margarida Maria Alves costumava dizer em vida que "é melhor morrer na luta do que morrer de fome". Ela morreu assassinada a tiros em 12 de agosto de 1983, quando lutava pelos direitos dos trabalhadores na Paraíba. Além de sindicalista, era trabalhadora rural e marcou o movimento de mulheres de todo o Brasil por ter sido uma das primeiras da história de todo o País a liderar manifestações sociais. No estado da Paraíba, onde nasceu e morreu, foi destacadamente a primeira mulher a lutar por direitos trabalhistas para si e para os companheiros de labuta. Por incomodar poderosos que só queriam lucro e patrões que não respeitavam os trabalhadores, perdeu a vida lutando - mas ainda é lembrada 40 anos depois de sua morte, e nunca deixou de ser, já que a Marcha das Margaridas, que acontece a cada 4 anos, reúne a cada edição mais e mais companheiras de luta.

Margarida Alves em vida. Foto: divulgação/ internet


Os dias 15 e 16 de agosto foram escolhidos para a Marcha das Margaridas de 2023. Em Brasília, mais de 100 mil pessoas - especialmente mulheres - já estão reunidas desde ontem (15) para o evento. O presidente Luis Inácio Lula da Silva, junto de vários ministros, estará presente ao final da Marcha, que possui pautas relacionadas às lutas trabalhistas e aos direitos das mulheres, além do combate à violência urbana e no campo.

Imagem aérea da Marcha das Margaridas na manhã de 16/08/2023. Foto: divulgação/ internet





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